Viciada em siririca e em um bom sexo

O conto a seguir é de como eu conheci uma novinha viciada em siririca e tive um bom sexo com ela em uma festa.

Contos, normalmente começam com a apresentação do protagonista, mas acho que o farei enquanto o conto se desenrola. Pois bem, uma aventura muito interessante que aconteceu comigo foi quando, na academia onde treino Karatê, apareceram dois homens bem vestidos procurando por seguranças para uma festa que aconteceria no próximo final de semana.

Karatecas, normalmente, não são homens com grande porte físico, mas são ágeis e eficientes em situações onde se exige a força e que não chamam a atenção em uma festa. Como minhas finanças estavam seriamente abaladas, resolvi aceitar a proposta. Eu e mais dois colegas fomos contratados. A festa era para comemorar o aniversário de 18 anos de uma garota, filha de um magnata da cidade, muito, muito linda. Todas as atenções estavam voltadas para aquela morena de cabelos longos, olhos verdes e corpo escultural. Nós, seguranças, não podíamos nos desconcentrar do objetivo principal que era o de garantir a tranquilidade da festa.

Mas era difícil manter-se alheio a tanta beleza. Eu e meus amigos estávamos infiltrados na festa como convidados, mas o disfarce logo foi por água abaixo quando a homenageada se aproximou e me perguntou: “Eu não conheço você, ou conheço???”. Notei que ela já estava um pouco embriagada, então pensei numa desculpa e disse que era amigo de seu pai. Ela não se convenceu mas também não se importou muito e foi caminhando em direção ao jardim.

Viciada em siririca

A casa era enorme e o jardim também. Quando percebi que perderia a garota de vista, tratei de segui-la discretamente. Ela caminhou em direção ao pomar, encostou em uma arvore a agachou lentamente. Imaginei que estivesse passando mal e, quando eu já estava decidido a ajudá-la, qual não foi minha surpresa quando percebi que, ali agachada, ela acariciava lentamente a sua bocetinha e, enquanto o movimento dos seus dedos aumentavam, ela soltava uns gemidinhos, quase imperceptíveis, de prazer.

Aquela visão era magnífica, eu não sabia se ficava ali parado desfrutando aquela cena tão excitante ou se corria em direção a garota e a agarrava ali mesmo. Me contive e fiquei atrás de uma pequena árvore, apreciando a aniversariante masturbar-se. E ela ficou ali um tempo se contorcendo e gemendo enquanto se masturbava, mas o espetáculo foi interrompido pelo barulho que fiz ao tentar encontrar um melhor ângulo para o meu voyerismo. E ela perguntou: “Quem está aí ???” . E eu, que não tinha outra alternativa, me aproximei dela. Ela perguntou, assustada, se eu tinha visto tudo e eu confirmei. Mas aquela carinha assustada deu lugar a um sorriso maroto e em seguida uma outra pergunta; “E você gostou do que viu???”.

Sem dar uma palavra, fiz um gesto afirmativo com o rosto e ela completou; “Você ainda não viu nada!!” e pulou no meu pescoço me tascando um baita beijo e eu, que já estava com o pau apontado para a lua cheia que iluminava o local, direcionei minhas mãos para o zíper atrás do vestido da gata e, num gesto violento, arranquei-lhe o traje que me impedia de vislumbrar aquele corpinho e, minha nossa, que corpo maravilhoso.

Não tardei a abocanhar aqueles peitinhos morenos e de biquinhos duros, que denunciavam o quanto a gata estava excitada. Ela, então, pediu que eu terminasse o trabalho que ela havia começado, obedeci prontamente ajoelhando-me aos seus pés e sugando-lhe o clitóris como animal sedento. Não tardou para ela me fizesse sentir o gosto do seu delicioso gozo. Ainda ofegante, ela agarrou em meus cabelos e me puxou para cima e me beijou como se quisesse compartilhar o gosto do seu próprio gozo.

Então foi a vez dela ajoelhar-se aos meus pés, abaixar minhas calças e chupar o meu cacete, já em brasa naquela altura dos acontecimentos. E ela passava a língua na cabeça do meu pau e, em seguia, o engolia inteiro me arrancando gemidos intensos, então agarrei em seus cabelos e forcei os movimentos de vai e vem da sua boca numa verdadeira foda oral, e jorrei minha porra naquela boquinha, e ela engoliu o quanto pôde e derramou o resto no meu cacete e o esfregou com o restante do meu sêmen e depois continuou chupando até ele ficou limpinho e novamente duro como a árvore que nos abrigava. Repentinamente aquela Deusa se desvencilhou do meu pau, levantou e foi em direção aos seus trajes jogados no chão.

Estendeu e deitou-se sobre o seu próprio vestido e me chamou: “Vem, agora eu quero que você me fôda”. Saltei sobre ela e num rápido movimento que me lembrou um golpe de karatê, enterrei meu mastro naquela grutinha apertada e deliciosamente quente, e a cada violenta estocada , eu arrancava gemidos alucinados da garota . Até que, sentindo que iria gozar, tirei meu pau daquela grutinha e gozei no corpo da garota e espalhei minha porra por todo o seu corpo. Ficamos ainda alguns momentos nos beijando e nos acariciando, quando ela lembrou que, o seu pai e o restante dos convidados já deveriam estar notando a sua ausência.

Nos vestimos e, discretamente, voltamos para a festa. O pai da garota viciada em siririca quando a viu perguntou por onde ela andou e porque o seu vestido estava todo sujo. Ela disse que estava passeando pelo jardim e, como estava meio zonza da bebida, escorregou e caiu e, apontando para mim, disse que eu a ajudei a se recompor. O pai da moça agradeceu-me e disse não ter se arrependido de nos contratar pois havíamos feito um ótimo trabalho. A garota piscou para mim e foi de encontro a suas amigas, e eu tratei de procurar meus companheiros e fiquei feliz em vê-los flertando com outras garotas da festa.

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