Travesti comida no bar

Eu sou a travesti que foi comida no bar de noite em São Paulo e a seguir conto como foi essa história deliciosa em que eu vivenciei.

São Paulo estar quente demais, bem, antes de mais nada vou me descrever (para aqueles que não me conhecem). Sou travesti, morena, 39 anos, 1.69 de altura, seios pequenos, bumbum 100cm carnudinho e empinadinho e tenho coxas grossas. Sou tipo Raimunda.

Minha marca registrada é o uso de meinhas soquete (uso-as com tudo diariamente, tamanco, sandálias e claro tênis) Adoro usar também roupas bem sexy, curtíssimas. Sou cabeleireira de dia e a noite adoro fazer estripulias.

Bom, agora vamos ao que aconteceu comigo. Sai do salão eram umas 8 e meia da noite, peguei meu carro, estava com meu cuzinho fervendo, suadinha. Cheguei em casa, tomei um banho e assim me vesti: Tamanquinho de madeira na cor vermelha com saltinho cristal, meinha soquete branquinha, calcinha fio dental vermelhinha, mini-saia pregueada branca e rosa (curtíssima) e camiseta branca e rosa. Peguei minha bolsa, coloquei varias camisinhas, ky entre outras coisas e sai de carro já eram mais de 11 e meia da noite.

Travesti comida no bar

Meia sem destino, mas com um tesão e um fogo no rabinho, ia pelas ruas de Sampa, quando na periferia passei por um bar, desses bem fuleiro com uma mesa de bilhar na calçada, um cara bebendo e o dono dentro do balcão.

Passei, retornei e parei na frente do bar, sai do carro e os dois me olhavam com cara de cachorro tarado. Rebolando cheguei no balcão e pedi um halls preto e um maço de cigarros. O dono que chamarei de Carlos, 50 anos, mulato , baiano e o outro cara que chamarei de Cláudio, 43 anos, branco cearense, ajudante de limpeza. Enquanto Carlos pegava as coisas, Cláudio na lata falou pra mim: Puta bundão, você da desde quando? Sorri e disse 13 anos. Ele emendou, tava falando pro compadre que estou há 4 meses e meio na seca e olha como você me deixou, pegou minha mão e pôs sobre a bermuda dele. Gente senti o pau dele latejando. Foi ai que percebi que Carlos estava fechando a porta de aço, ai eu disse: Perai, vou fechar o carro, e sai rebolando e deixando eles mais loucos ainda.

Entrei, ele abaixou a porta de ferro, Cláudio abaixou sua bermuda e saltou para fora um pau enorme (mais de 23 cm) Pedi para Cláudio antes de me comer lamber meu cuzinho (fico doida) e ai Carlos agora com o pau pra fora (mole uns 19cm) fez eu fazer uma chupeta pra ele, gozando logo na minha cara com aquele gigante pau (parecia pequeno o de Cláudio ), enquanto Cláudio me comeu deliciosamente me deixando aberta e respectiva para o monstro de Carlos.

Falei para ele ir devagar, doía mas uma dor gostosa e ele penetrou tudinho, fazendo me gemer de dor e tesão. Ele começou a fazer o movimento de vai e vem e gozou logo. Quando ele tirou seu pau eu me sentia mais arrombada do que nunca.

Tomamos umas cervejas e a coisa continuou e no final os dois lavaram minha carinha com porra.

Fui sair de lá eram umas 4 e meia da manhã, e no dia seguinte fui trabalhar, arrombadinha mais feliz.

Travesti comida no bar
Travesti comida no bar