Fodida pelo motorista da empresa que trabalho

Olá, aqui é a Marcela.

O que vou relatar aqui aconteceu a pouco tempo. Comecei a trabalhar em um escritório de engenharia como assistente. Logo no início percebi que os homens me olhavam com desejo, garota nova no pedaço, novinha, 18 aninhos, com corpão, não era para menos. O meu chefe também dava umas olhadas. Ele é um homem de seus 55 anos, bonito e charmoso. Eu procurava ficar na minha, pois não queria confusão, pois ele era casado.

Havia na empresa, um motorista que ficava a nossa disposição para nos levarmos para cartórios, prefeituras, etc. Seu nome era Tulio. Ele era um homem negro, 45 anos, 1.85m, forte, cabelos bem curtos e um cavanhaque. Quando o vi pela primeira vez, senti um frio no estomago, pois sempre tive tesão em homens negros (meu primeiro homem foi negro, o meu padrasto). Mas fui discreta e não demonstrei minha admiração por ele. Ele aparentemente fez o mesmo, pois quando fomos apresentados, ele apenas sorriu, me desejou as boas vindas e se retirou.

Confesso que aquele certo descaso dele me provocou e me senti atraída por ele. Como meu padrasto estava de viagem, eu estava sem transar (pois transavamos praticamente todos os dias quando ele estava em casa), eu já estava sentindo falta. No entanto, sempre soube me portar e procurava ficar na minha, mas isso não me impedia, a noite na minha cama, dar vasão a minha imaginação e me masturbar imaginando sendo possuída por Tulio. As vezes era na minha cama e outras vezes no banho…

Os dias foram passando e vez ou outra tinha que usar os serviços de Tulio, hora para ir em um cartório levar documentos, hora prefeitura. Eu ia sentada no banco de trás e ele no princípio ligava o rádio e ia quieto. Fui esfriando com relação a ele. Passado algum tempo, começamos a nos entrosar, ele sempre respeitoso. Comecei a ir no banco da frente e nos tornamos amigos. Soube que ele era casado e tinha quatro filhos homens, sendo dois adultos, já casados, um adolescente e um de 16 anos. Comecei a notar que discretamente ele roçava sua mão na minha perna quando mudava de marcha. A princípio achei que era sem querer, mas com o tempo tornou-se frequente, principalmente quando eu estava usando vestidinho ou minissaia. Notei que ele estava mais solto. Eu procurava ficar na minha e notei que isso mexia com ele… Agora era minha vez de jogar. Decidi que iria provoca-lo e talvez nem levar adiante, deixando-o chupando o dedo, mas as coisas tomaram um rumo totalmente inesperado. Tudo aconteceu em uma sexta-feira a tarde. Tínhamos ido até o município de Cotia, para levar uns documentos na prefeitura de lá. Na volta, paramos em uma lanchonete e bebemos uma cerveja, pois estava muito calor naquele dia. Depois seguimos viagem pela Raposo Tavares. No caminho, ele me perguntou:

– Você tem mesmo 18 anos?
– Tenho sim, porque a pergunta?
– Ah, você parece que tem mais!

Eu ri e respondi:
– O que? Está me chamando de velha?
Sem graça ele respondeu:
– Não! Por favor, não é isso!
– Ora, o que é então?
– É que você tem um corpão para uma garota de apenas 18 anos, entende?

Fiquei sem graça, ele percebeu e continuou:
– Você é muito linda!
– Obrigada!
– Você sempre teve corpão?
– Sim, sempre tive! A partir dos 15 anos já era mulherão. – Respondi sorrindo.

Ele sorriu também e perguntou sem pudor:
– Você ainda é virgem?

Eu estava mesmo sem graça nesse momento e só balancei a cabeça negativamente, olhando para fora. Eu já sabia onde aquilo ia dar. Minhas fantasias iam se realizar e eu não sabia se queria. Ele então notou meu constrangimento e disse:

– Ei, não fica envergonhada! Somos amigos!

Eu sorri. Ele continuou:
– Mas ainda não acredito que você só tenha 18 aninhos! Faz assim, me mostra sua identidade!
Eu ri.
– Vai Marcela, me mostra!

Eu tirei meu RG e entreguei para ele. Ele olhou e disse:
– Olha só, não é que você está falando a verdade! Agora vamos ver se você está dizendo a verdade sobre outra coisa!
– Que outra coisa?

Ele desviou o carro para uma entrada de terra que dava de frente para a entrada de um motel e então respondeu:
– Vamos ver se você não é mais virgem mesmo!
– Como assim? Eu perguntei, tentando pegar meu RG da mão dele, mas ele não devolveu.
Ele foi guiando o carro para a recepção do motel. Claro, eu podia abrir a porta do carro e sair, mas não iria fazer aquilo. Eu estava sentindo um misto de… sei lá…tesão, medo, desejo. Ele me olhou nos olhos e disse sério:

– Hoje vou te comer Marcela! Desde o primeiro dia que te vi eu sabia que isso ia acontecer! Quero você hoje! Chega de ficar batendo punheta pensando nessa sua raba gostosa e seus peitões duros!

Senti minha xaninha ficar molhadinha e os bicos de meus seios ficarem duros que chegaram a doer. Ele lembrava muito meu padrasto e aquilo me deu mais tesão. Ele entregou nossos documentos para a atendente que em seguida lhe entregou as chaves da suíte. Entramos na garagem. O portão se fechou. Saímos do carro e entramos no quarto. Era muito bonito. Havia no centro da suíte uma cama enorme, espelho no teto e uma hidro. Fiquei olhando quando de repente, senti a mão dele na minha bunda. Ele levantou minha saia e apertou minha bunda. Eu me afastei e disse:

– Acho melhor irmos embora…
– Ah é? Por que? – Ele perguntou
– Somos colegas de trabalho e além do mais você é casado…

Ele deu uma risada e respondeu em seguida:
– Quanta bobagem menina! Eu sei que não é sua primeira vez, não é? Você já deve ter transado muito já! Me diz, com quantos anos perdeu o cabaço?
– Quinze. – Respondi baixo
– Hummm! Olha só, tá vendo! Depois você vai me contar os detalhes, mas agora, vamos ao que interessa!

Ele começou a se despir. Tirou a camisa e em seguida a calça. Ele estava usando uma cueca boxer vermelha e pude ver o enorme volume sob ela. Ele se aproximou e disse:

– Vem cá gostosa, tira o vestido!
Eu recuei e ele meio irritado, disse autoritário:
– Que é isso? Vai fazer doce! Até parece que você não quer! Eu vi como me olhou quando nos conhecemos! Você curte uma rola preta! Acho que sei do que tu gosta… gosta de ser pega a força, não é? Deve ter sido assim na tua primeira vez!

Tulio parecia me ler, sabia do que eu gostava sem me conhecer direito. Veio para cima de mim e arrancou meu vestidinho, me deixando de calcinha e sutiã. Eu estava usando naquele dia uma tanguinha rosa, muito cavada e um sutiã da mesma cor. Ele ficou me admirando e então, me puxou com força para junto de si. Senti seu corpo grande e quente de encontro ao meu. Meus seios se comprimiram em seu tórax. Ele procurou minha boca e me beijou.

Sua língua entrou na minha boca e encontrou a minha. Tentei resistir e isso o excitava mais. Suas mãos desceram para meus quadris e em seguida minha bunda. Ele então subiu as mãos pelas minhas costas e soltou o fecho do meu sutiã, deixando meus seios soltos. Ele ficou admirando-os e em seguida passou as mãos nele e em seguida sugou um deles. Eu gemi. Ele mordiscou o biquinho que estava duro e eu me contorci de tesão. Então, discretamente, coloquei a mão sobre a cueca dele e abaixei, deixando a rola dele pular para fora. Ele deu um suspiro enquanto eu segurava aquele membro grosso, quente e pulsante. Ele colocou a mão sobre minha cabeça e me fez ajoelhar diante dele. Fiquei de frente com aquele mastro negro e ele empurrou meu rosto na direção dele. Abri a boca e ele enfiou a rola nela. Eu comecei a mamar e confesso que fiquei muito excitada, achei até que ia gozar ali mesmo só de chupar a rola dele. Me empolguei e segurei o saco dele e massageei enquanto mamava. Eu lambia e chupava e ele gemia de tesão, segurando minha cabeça. Escutei ele murmurar:

– Isso minha putinha gostosa! Mama a rola do seu macho, do seu negão! Isso gostosa, chupa!
Então, parei de súbito e me levantei, olhando para ele e disse:

– Então você me queria tanto assim? Estou aqui, todinha sua…me come…me estupra…faz de mim o que você quiser!

O olhar de Tulio se incendiou. Ele parecia um psicopata e cheguei a me assustar. Ele me pegou no colo com facilidade e me jogou sobre a cama. Em seguida arrancou a cueca e puxou minha calcinha e a tirou. Levou até seu rosto e a cheirou. Me olhou com desejo e disse:
– Que delicia! Xaninha depiladinha!

Jogou minha calcinha de lado e veio para cima de mim. Começou a chupar meus seios e eu gemia e contorcia embaixo dele. Ele então foi descendo, foi lambendo e beijando minha barriga e por fim chegou na minha bucetinha depilada. Senti sua língua úmida, grossa e áspera me invadir. Eu estava totalmente molhadinha. Abri bem minha pernas para ele poder se servir. Aquilo era mais do que eu havia fantasiado. A língua dele invadia minha grutinha úmida e me levava as nuvens. Logo, sua língua não se limitou somente a minha xaninha e seguiu para outras paragens, ou seja, meu cuzinho, objeto de desejo de todos os homens. Ele brincou com sua língua nele por um bom tempo, me fazendo gemer e quase gritar. Em meio a lambidas, ele disse:
– Que cuzinho apertadinho! Pode se preparar, pois vou meter nele hoje!

Novidade! Era sempre assim, os homens que me comeram sempre se aproveitavam do meu rabinho. Após o banho de língua, Tulio veio e subiu em cima de mim. Abriu minha pernas e foi enfiando sua rola dentro da minha bucetinha. Senti primeiro a cabecinha – ou melhor, cabeçona! – entrar para em seguida o restante ir escorregando para dentro. Eu sempre fui muito, mas muito apertadinha, tanto na bucetinha quanto no cuzinho, mesmo já tendo dado muito (pois sou amante do meu padrato desde os 15 anos), continuou apertada e isso chamou a atenção de Tulio, que disse, enquanto metia em mim:
– Caralho! Como você é apertadinha! Que delicia!

Eu apenas gemi, sentindo as estocadas dele. Envolvi ele em meus braços e minhas pernas sua cintura e me entreguei totalmente. Chegou uma hora que gozei, não aguentei. Tulio não se importou e continuou metendo, pois não tinha a intenção de gozar ainda. Me colocou de quatro e meteu com força, segurando minha cintura. As vezes enfiava um dedo no meu cuzinho e ficava mexendo. Depois, se deitou e me fez cavalga-lo. Eu subia e descia na sua rola, meus peitos balançavam e ele os segurava e apertava em suas mãos. Não deu outra, gozei de novo. Ele me deitou na cama e fizemos papai-mamãe de novo. Ele socava com força em minha xaninha que a essa altura já estava ardendo. Achei que ele ia gozar assim, mas então ele me colocou de 4 de novo e socou na minha buceta por trás. Deitei a cabeça no travesseiro, deixando minha bunda bem empinada. Ele socou e socou e então, senti um jato forte me invadir e Tulio deu um gemido alto. Ele estava gozando. Apertou minha cintura enquanto gozava. Eu gozei novamente e gritei de tesão. Ele então se deitou ao meu lado na cama. Estava todo suado. Eu me aninhei nele, deitando a cabeça em seu peito.

– Que foda gostosa! – ele exclamou. – Tu gozou três vezes garota! Pelo visto tava com muito tesão, não é?
– Sim, muito! Estou sem transar já faz um mês. Confesso que quando te vi a primeira vez me senti atraida e me masturbei muito pensando em você.
– É mesmo? Eu também bati muita punheta para você! Aliás, qual o camarada naquele escritório que não bate uma para você?
– É mesmo? – perguntei rindo
– É verdade! Nas conversas após o expediente no boteco, os caras falam só de você. Todos querem te comer. Inclusive o chefe!
– Pode ser, mas quem me tem no momento é você.
– Sim, você é minha, pelo menos aqui. Mas me conta, você tem alguém, algum namorado?
– Na verdade sim, mais ou menos…é meu padrastro, somos amantes.
– Sério mesmo? – Perguntou Tulio, espantado e muito interessado. – Vamos, me conta como é isso.
– Ele é muito parecido com você.
– Negão?
– Sim, negro.
– Eu sempre imaginei que você curtia uma rola preta!
– Gosto de rola branca também! – respondi rindo – Mas é verdade, sempre gostei de um negro.
Então contei para Tulio minha história com meu padrasto, de como ele praticamente me violentou quando eu tinha 15 anos, em um sitio que ele tem e que estávamos sozinhos. Que minha primeira vez foi pela bundinha, pois ele não queria me tirar o cabaço da bucetinha, mas depois de um tempo, eu deixei, pois sempre o desejei. Tulio ficou muito excitado e então começamos nos beijar. Ele colocou sua mão na minha nuca enquanto me beijava. Fui descendo minha mão até chegar na sua rola que já estava dura e pulsante. Fui beijando seu peito e descendo até chegar nele. Engoli ele e pude sentir meu gosto na sua rola. Chupei bem devagar e podia sentir a respiração ofegante de Tulio e ouvir seus gemidos de tesão. Eu lambia e chupava seu pau, massageava as vezes enquanto chupava seu saco deixando-o louquinho de prazer. Eu já estava molhadinha. Parei de mamar e subi até ele e pedi:
– Me come.

Sem se fazer de rogado, ele me deitou e começou a chupar meus seios com certa força, me fazendo gemer e me contorcer. Ele desceu e caiu de boca na minha xaninha e quase gozei quando sua língua brincou com meu grelinho. Ele abriu minhas coxas e me penetrou com força e socou muito sua rola dentro da minha bucetinha. Não aguentei, gritei de prazer e gozei, apertando-o entre minhas coxas grossas, enquanto ele procurava minha boca para me beijar. Ele então, colocou-me de 4 e achei que ia me penetrar minha xaninha por trás e gozar, no entanto, ele abriu minha bunda e começou a passar a língua no meu cuzinho. Gemi e empinei minha raba para ele. Eu estava em êxtase, sentindo sua língua grossa e úmida, explorar meu rabinho. Subitamente, ele parou e percebi que ele saia da cama. Eu ia me virar, mas ele mandou:

– Não se mexe, fica quietinha ai!
Obedeci, claro! Na cama sou totalmente submissa ao meu macho, pois na minha opinião, é esse o papel da mulher na cama, ser submissa, mas como disse, na cama. Notei que ele pegava algo de uma espécie de prateleira em que havia alguns produtos que o motel vendia. Logo ele estava de volta na cama, se posicionando atrás de mim e deu um tapa na minha bunda. Novamente senti sua língua no meu cuzinho e suspirei. Então, ele cessou a caricia e senti que ele passava algo gelado no meu rabinho e logo percebi que se tratava de um lubrificante e me fazendo de boba, perguntei:

– O que você está fazendo?
– Untando seu cuzinho e meu pau com KY. Vou foder esse cuzinho apertadinho!
– Vamos deixar para outro dia, pode ser? – eu disse, mesmo sabendo que ele não ia desistir, mas eu falei mais por charme.

Ele riu e disse:
– Vai minha putinha, empina essa raba pro teu macho! Não vejo a hora de foder esse cuzinho!
Você deve se perguntar se dar o cuzinho não é novidade para mim, porque certa resistência? Bom, que fique claro que ADORO sexo anal! Além de ser pelo sexo anal que tive minha experiência sexual, para mim é muito gostoso. É um momento de total submissão, de entrega, onde me sinto dominada de vez. No entanto, quando se é com um cara um macho novo, há sempre a expectativa de saber como ele vai fazer, se será com cuidado, pois apesar de ser prazeroso, o sexo anal pode ser dolorido e dependendo pode machucar e eu não quero sair machucada. Os caras enlouquecem quando tem a oportunidade de comer um cuzinho e isso as vezes os deixa meio descontrolados e isso assusta! É por isso a resistência, mas não quer dizer que eu não quero, pois quero muito!
Então, obedeci e empinei minha bunda para ele poder se satisfazer com meu rabinho
– Como sonhei em comer essa raba! Hoje vou me fartar! Invejo seu padrasto que descabaçou esse rabinho virgem!
– Faz devagarinho amor, não me machuca, tá? – eu pedi, com voz manhosa
– Fica calma coração, vou entrar devagarinho, botando a cabecinha com carinho…
Então, abriu minha bunda e então senti a cabeça de sua rola encostar na entradinha do meu cuzinho que se retraiu e percebendo, ele diz:
– Relaxa para não doer muito minha putinha!
Dizendo isso, ele foi enfiando sua rola devagar no meu cuzinho. Senti a cabecinha entrar e dei um gemido. Ele segurou com força minha cintura e foi aos poucos enfiando o restante de sua rola grossa. Eu sentia meu cuzinho se alargando para receber aquele mastro negro. Eu gemia e choramingava. Escutei ele dizendo:
– Nossa, que cuzinho apertadinho você tem minha puta! Tem certeza que já deu o rabinho? Que delicia de raba!
Logo, sua rola estava todinha enterrada no meu cuzinho. Eu choramingava e dizia:
– Tá doendo amor! Tá doendo! Seu pau é muito grosso! Aiiiii! Tira! Tira por favor!
– Shiiiu! Quietinha! Só vou tirar depois de gozar nele! Fica quieta e me deixa foder esse rabo!

Ele começou a socar, a princípio devagar, para que eu me acostumasse com a grossura do seu membro, mas depois começou a se empolgar e aumentar as estocadas. Eu podia senti seu saco bater na minha buceta enquanto sua rola era socada dentro do meu cuzinho. Confesso que doeu no início, mais do que eu podia esperar, mas logo a dor foi diminuindo e se tornando uma dorzinha gostosa e prazerosa. Tulio gemia alto, mostrando que estava se satisfazendo com minha raba. Então, ele parou e tirou a rola de dentro do meu rabinho e me mandou deitar de costas na cama. Fiz o que ele mandou e então, ele pegou os travesseiros e colocou embaixo da minha bunda, deixando minha cintura um pouco erguida. Aí ele ergueu minhas pernas e as colocou sobre seus ombros, me deixando na posição frango assado (nome horrível) e em seguida voltou a penetrar meu cuzinho, mas agora de frente e podíamos nos olhos nos olhos. A penetração foi mais profunda e forte. Eu quase gritei. Ele metia e acariciava meus seios. Depois de um tempo, aproximou seu rosto do meu e me beijou longamente, enquanto socava no meu cuzinho. Depois de um tempo nessa posição, ele resolveu mudar e agora era ele que se deitava e me mandou montar nele. Montei e fui descendo em sua rola, que foi atolando meu cuzinho novamente. Quando fiquei completamente empalada, ele, me segurando pela cintura, me fazia subir e descer em sua pica. Enquanto eu cavalgava sua rola, meus seios balançavam dando a ele uma visão deliciosa.

Notei que ele estava se segurando para não gozar, pois queria aproveitar ao máximo cada momento. Após vários minutos cavalgando sua rola, ele me fez sair de cima dele e me colocou de lado e de conchinha fodeu meu rabinho, agora de ladinho e em seguida, com seu corpo, foi me empurrando e subindo em cima de mim, me deixando de bruços.

Logo, ele estava totalmente em cima de mim. Me sentia totalmente indefesa e dominada por aquele macho. Eu podia sentir sua respiração no meu ouvido e então ele disse, ofegante:
– Vai, empina essa bunda que quero gozar! Não aguento mais, teu cu é muito gostoso!

Eu forçava para empinar minha bunda, lutando contra o peso dele sobre mim. Ele começou a socar com força, enquanto mordiscava minha nuca. Aquilo era muito bom! Eu estava sentindo que logo ele iria gozar e por incrível que pareça, eu também! Era tanto tesão que eu estava a ponto de bala. Foi então que senti Tulio aumentar a velocidade das estocadas e sua respiração ficar mais rápida. Senti sua rola engrossar mais e logo um jato quente inundou meu cuzinho e Tulio deu uma gemida alta. Eu o segui e gozei deliciosamente, sentindo seu leitinho me invadir e conforme eu gozava, meu cuzinho se contraia involuntariamente, apertando a rola dele que não parava de sair porra, que começava a escorrer para fora do meu rabinho. Passados alguns minutos, ele relaxou e ficou algum tempo sobre mim e então pude sentir sua rola amolecendo dentro de mim, pouco a pouco. Tulio rolou e saiu de cima de mim deitando-se ao meu lado na cama. Eu continuei de bruços, totalmente exausta. Ele olhou para mim e disse:

– Eu sabia que tu era gostosa, mas nem tanto assim! Essa tua bucetinha parece virgem de tão apertada! E esse seu cuzinho, então? Nem parece que já deu ele alguma vez de tão apertadinho! Você vai ser minha putinha de agora em diante!
– Lamento, mas sabe que sou amante do meu padrasto e por mais que você seja um tesão de homem, não pretendo largar dele. – respondi
– Mas quem disse que você precisar largar ele, garota? Onde come um, come dois. Ou três, quatro…
– Como assim? Eu perguntei rindo
– Ora, eu não sou tonto! Eu sei muito bem que não posso ter exclusividade com uma potranca como você! Sei que você é do seu padrasto e que hora por hora, alguém do escritório vai te pegar também e não é sempre que poderei estar disponível, assim como seu padrasto também não. Portanto, eu podendo te comer de vez em quando, já estou feliz!

Olhei em seus olhos e em seguida o beijei longa e apaixonadamente. Era por essa e outras que eu curtia homens mais velhos, principalmente os que sabiam dividir. Me levante e fui para o banho. Liguei o chuveiro e comecei a tomar banho. Logo, Tulio me seguiu e entrou comigo no chuveiro. Peguei o sabonete e passei em seu corpo. Nos beijamos. Me ajoelhei e comecei a ensaboar suas pernas e fui subindo até seu saco. Passei sabonete nele e em seguida em sua rola. O cara era incansável! Seu pau já estava duro de novo! Olhei para ele e balancei a cabeça, dando a entender que não ia querer ser penetrada de novo, pois ia ficar muito dolorida. Ele entendeu e disse:
– Mama a rola do seu macho! Quero te dar leitinho.

Eu havia entendido a indireta e sorri. Comecei a lamber aquele mastro negro e em seguida engoli ele todo. Mamei bem gostoso. Enquanto mamava, segurava seu saco e apertava-o delicadamente. Tulio gemia e segurava minha cabeça com as duas mãos. Senti sua respiração acelerar e sabia que logo gozaria. Ele segurou minha cabeça como mais força, como se para impedir que eu escapulisse na hora H para não tomar seu leitinho. Logo ele deu um urro e gozou na minha boquinha. O jato quente e salgado atingiu o fundo da minha garganta e eu quase engasguei. Mas não ia desperdiçar nenhuma gota. Engoli tudo e suguei sua rola a procura de mais. Por fim, me levantei e o abracei, enquanto a água do chuveiro caia sobre nós. Logo, saímos do chuveiro e nos enxugamos, nos arrumamos para irmos. Lá fora já era noite. Tulio me levou até em casa. Nos despedimos com um longo beijo, prometendo que logo repetiríamos a dose. Minhas pernas estavam bambas. Havia sido uma foda sensacional aquela! Tulio e eu realmente iríamos repetir aquele dia várias vezes e o que ele havia dito no motel, que logo outros caras do escritório iriam querem me pegar, haveria de se concretizar, logo contarei como aconteceu.